O ser humano tem tendência a se considerar o centro do universo, a suprema criação da natureza. O biólogo George C. Williams nos mostra que passamos por muitas adaptações, algumas primorosas, outras absurdas, e que estamos muito longe da perfeição. Com uma segura combinação de perspectiva filosófica e método científico, Williams interpreta a seleção natural e a adaptação, dois fundamentos da teoria da evolução de Darwin. Os cinco primeiros capítulos formam um guia sucinto para as questões referentes ao projeto do mundo biológico e o papel da seleção natural em sua execução. Os quatro capítulos finais analisam algumas implicações da teoria da evolução para as condições humanas, abordando temas como reprodução, envelhecimento e prática médica.Assim, Williams afirma que os médicos não têm dado a devida importância à teoria da evolução: as doenças são tratadas com antibióticos apenas para aliviar os sintomas, sem considerar que o dinamismo da seleção natural inevitavelmente faz surgir bactérias super-resistentes. Especula se não seria mais sensato que os bebês humanos não tivessem de passar pelo estreito canal pélvico. Fornece-nos razões lógicas para entender por que gostamos de alimentos nocivos à saúde. Nossa presunção de ser o apogeu da evolução também sofre sério abalo quando Williams afirma que o sistema ótico humano é inferior ao de um simples invertebrado como a lula.O peixe-pônei e seu abdômen luminescente formam, segundo o autor, o mistério evolutivo perfeito e nos ajudam a entender os meandros do projeto da natureza. Em O brilho do peixe-pônei, George C. Williams recorre a uma profunda compreensão do mundo natural para mostrar a influência da seleção natural nos aspectos mais essenciais dos seres vivos.
Sinopse
O ser humano tem tendência a se considerar o centro do universo, a suprema criação da natureza. O biólogo George C. Williams nos mostra que passamos por muitas adaptações, algumas primorosas, outras absurdas, e que estamos muito longe da perfeição. Com uma segura combinação de perspectiva filosófica e método científico, Williams interpreta a seleção natural e a adaptação, dois fundamentos da teoria da evolução de Darwin. Os cinco primeiros capítulos formam um guia sucinto para as questões referentes ao projeto do mundo biológico e o papel da seleção natural em sua execução. Os quatro capítulos finais analisam algumas implicações da teoria da evolução para as condições humanas, abordando temas como reprodução, envelhecimento e prática médica.Assim, Williams afirma que os médicos não têm dado a devida importância à teoria da evolução: as doenças são tratadas com antibióticos apenas para aliviar os sintomas, sem considerar que o dinamismo da seleção natural inevitavelmente faz surgir bactérias super-resistentes. Especula se não seria mais sensato que os bebês humanos não tivessem de passar pelo estreito canal pélvico. Fornece-nos razões lógicas para entender por que gostamos de alimentos nocivos à saúde. Nossa presunção de ser o apogeu da evolução também sofre sério abalo quando Williams afirma que o sistema ótico humano é inferior ao de um simples invertebrado como a lula.O peixe-pônei e seu abdômen luminescente formam, segundo o autor, o mistério evolutivo perfeito e nos ajudam a entender os meandros do projeto da natureza. Em O brilho do peixe-pônei, George C. Williams recorre a uma profunda compreensão do mundo natural para mostrar a influência da seleção natural nos aspectos mais essenciais dos seres vivos.Ficha Técnica
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