E foi nessa altura que apareceu o cherne. Era um cherne gordo, luzídio, oleoso, que saltava de profundezas tão escuras como a escuridão do automóvel que ameaçava as vítimas daquela noite: da janela do carro, junto com a mão inchada de dedos grossos, apareceu a cabeça de um cherne que ofegava. Que estranho, Uma mão e uma cabeça de cherne à janela de um automóvel. Mas isto dependia da imaginação daquele que pensava como se poderiam ter desenrolado os acontecimentos daquela noite. Assim, naquele ponto, a sua imaginação inventava o cherne. O mais estranho, foi que lhe pareceu natural, no meio daquela noite sombria.
Sinopse
E foi nessa altura que apareceu o cherne. Era um cherne gordo, luzídio, oleoso, que saltava de profundezas tão escuras como a escuridão do automóvel que ameaçava as vítimas daquela noite: da janela do carro, junto com a mão inchada de dedos grossos, apareceu a cabeça de um cherne que ofegava. Que estranho, Uma mão e uma cabeça de cherne à janela de um automóvel. Mas isto dependia da imaginação daquele que pensava como se poderiam ter desenrolado os acontecimentos daquela noite. Assim, naquele ponto, a sua imaginação inventava o cherne. O mais estranho, foi que lhe pareceu natural, no meio daquela noite sombria.
Ficha Técnica
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