Os textos aqui reunidos são tentativas de interpretação da nova realidade portuguesa à luz das mudanças estruturais da nossa nacionalidade. São ensaios de ligação do novo com o antigo, mas um antigo que já é outro, não o antigo velho que morreu, mas o antigo germe do nosso presente, aquele que está ainda verdadeiramente por descobrir, por ordenar, por valorizar. São pois, prospecções, tentativas diversificadas, aqui e além, tanto no domínio da história, como no da cultura, quiçá ainda da política e da sociologia, porque todas elas se interpenetram. Páginas, enfim, que se orientam no sentido daquela advertência sergiana de que «quem vê com miragens o seu passado constrói com miragens o seu futuro». Ou antes, não chega sequer a construí-lo, porque na realidade o compromete.É que a história exerce também uma acção de profilaxia mental e social: incumbe-lhe enterrar os cadáveres do passado morto, assim como fecundar nas obscuridades do passado os germes de tudo quanto seja susceptível de se projectar no futuro. É no permanente renovar da vida social que permanentemente se renova a história.
Sinopse
Os textos aqui reunidos são tentativas de interpretação da nova realidade portuguesa à luz das mudanças estruturais da nossa nacionalidade. São ensaios de ligação do novo com o antigo, mas um antigo que já é outro, não o antigo velho que morreu, mas o antigo germe do nosso presente, aquele que está ainda verdadeiramente por descobrir, por ordenar, por valorizar. São pois, prospecções, tentativas diversificadas, aqui e além, tanto no domínio da história, como no da cultura, quiçá ainda da política e da sociologia, porque todas elas se interpenetram. Páginas, enfim, que se orientam no sentido daquela advertência sergiana de que «quem vê com miragens o seu passado constrói com miragens o seu futuro». Ou antes, não chega sequer a construí-lo, porque na realidade o compromete.É que a história exerce também uma acção de profilaxia mental e social: incumbe-lhe enterrar os cadáveres do passado morto, assim como fecundar nas obscuridades do passado os germes de tudo quanto seja susceptível de se projectar no futuro. É no permanente renovar da vida social que permanentemente se renova a história.Ficha Técnica
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