Nesse lugar onírico, onde a magia da natureza se entrelaça com a rudeza
da sobrevivência e a humildade dos gestos trabalham o acolhimento dos
dons, trava-se a áspera luta dos dias. Chegada à Cidade dos Imbondeiros,
Maria mulher a quem o destino deixou a criação de dez filhos constrói o
espaço da hospitalidade onde o ciclo de vida e de morte se renova. Na
vida são os laços de comunhão, as orações e o simbolismo dos rituais que
ditam a simbiose com as rudes exigências de cada dia. Na morte dá-se a
passagem para um tempo mais longo o tempo de vida dos imbondeiros ¿ e
renovam-se os protagonistas a quem incumbe velar pelos presentes.
Sinopse
Ficha Técnica
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