O facto de a transição em Portugal ter começado
por um golpe militar e não no interior do regime, produziu uma crise
nas estruturas militares e paralelamente uma crise no Estado,
conjugação que ameaçou o sucesso da transição democrática. Entre
1974 e 1976, uma combinação entre militares, um partido marxistaleninista
ortodoxo e grupos radicais de esquerda esteve perto de
conduzir a uma desintegração do Estado. O nosso objetivo é tentar
perceber como é que esse cenário foi evitado e qual o papel
desempenhado por Mário Soares neste contexto.
Sinopse
Ficha Técnica
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