E eis pois que o regresso ao nosso corpo é o termo da nossa viagem que nos coube. A maravilha que o transfigura pelo espírito que nele encarnou abre irresistivelmente para o «porquê» que a justifique. Que a humildade de nós torne humilde esse «porquê». Não se sonha obviamente um regresso adâmico ou ao «bom selvagem», sequer a um estéril e pequeno hedonismo. Porque se começarmos no nada, sabemos o que nele recusamos, o hedonismo desiste de ir além da sensibilidade. A cultura que se põe em causa e os mitos que vinham nela existem como a morada que se abandonou e não fala já ao nosso conforto - e ela é assim, de um modo, um ponto de partida, ela envolve largamente a memória do que se rejeita.
Sinopse
E eis pois que o regresso ao nosso corpo é o termo da nossa viagem que nos coube. A maravilha que o transfigura pelo espírito que nele encarnou abre irresistivelmente para o «porquê» que a justifique. Que a humildade de nós torne humilde esse «porquê». Não se sonha obviamente um regresso adâmico ou ao «bom selvagem», sequer a um estéril e pequeno hedonismo. Porque se começarmos no nada, sabemos o que nele recusamos, o hedonismo desiste de ir além da sensibilidade. A cultura que se põe em causa e os mitos que vinham nela existem como a morada que se abandonou e não fala já ao nosso conforto - e ela é assim, de um modo, um ponto de partida, ela envolve largamente a memória do que se rejeita.
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