De país mergulhado até aos ossos na tirania da austeridade, no
banho-maria da corrupção e na impunidade dos banqueiros, gestores
estatais e outros infractores de colarinho branco, ergue-se Camila, uma
jovem mulher, bela e misteriosa, que à sua maneira não desiste de lutar
contra o marasmo circundante, a ganância dos poderosos e a opressão que
trucida os mais desfavorecidos. Certo dia, num bar de um hotel,
Camila trava conhecimento com Domingos Souto, um professor da
Universidade de Aix-en-Provence. Seduzido pelos originais métodos de
vingança política de Camila, o lente não hesita em apoiá-la num combate
árduo e desigual contra as vilanias que assolam a sociedade portuguesa. Confirmando Manuel da Silva Ramos como o mais original escritor português, Impunidade das Trevas
(detalhe do quadro «Portugal, rumo à Vitória!») é não só um romance
cru, trágico, surpreendente e hilariante, mas também um retrato do
Portugal pós-tróica, uma singular história de amor e, sobretudo, um
apelo à intervenção cívica dos portugueses.
Sinopse
Certo dia, num bar de um hotel, Camila trava conhecimento com Domingos Souto, um professor da Universidade de Aix-en-Provence. Seduzido pelos originais métodos de vingança política de Camila, o lente não hesita em apoiá-la num combate árduo e desigual contra as vilanias que assolam a sociedade portuguesa.
Confirmando Manuel da Silva Ramos como o mais original escritor português, Impunidade das Trevas (detalhe do quadro «Portugal, rumo à Vitória!») é não só um romance cru, trágico, surpreendente e hilariante, mas também um retrato do Portugal pós-tróica, uma singular história de amor e, sobretudo, um apelo à intervenção cívica dos portugueses.
Ficha Técnica
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