A primeira história da cidade de Lisboa em BD. Ao rigor histórico de Oliveira Marques soube Filipe Abranches dar uma forma plástica e cromática moldando Lisboa desde o século XIII. Segundo João Paulo Cotrim, na publicação A Phala, número 68: "Tudo somado, note-se como esta aposta em relances de um fresco maior é ganha com o tom sépia, com a apresentação em vários capítulos do mesmo plano da cidade em crescimento. A diversidade das cenas surge-nos como se nos passeássemos e naturalmente nos fosse permitida a entrada na Alcáçova, ou participássemos na tresloucada revolução de 1300, ou ouvíssemos a tolerante conversa de rua entre certo árabe, judeu e cristão ou o segredo de uma descoberta do Brasil, afinal anunciada. Cada pormenor diz da época: a barba de D. Dinis, como as vestes das damas, mas também os nomes das figuras e suas expressões, como as asneiras provocadoras lançadas entre árabes e cruzados, ou as cores com que é tintada cada época. (...) Não chegará talvez para desvendar todo o passado de Lisboa, mas também isso é sinal de horizonte: quanto mais nos aproximamos mais nos escapa.”
Sinopse
A primeira história da cidade de Lisboa em BD. Ao rigor histórico de Oliveira Marques soube Filipe Abranches dar uma forma plástica e cromática moldando Lisboa desde o século XIII. Segundo João Paulo Cotrim, na publicação A Phala, número 68: "Tudo somado, note-se como esta aposta em relances de um fresco maior é ganha com o tom sépia, com a apresentação em vários capítulos do mesmo plano da cidade em crescimento. A diversidade das cenas surge-nos como se nos passeássemos e naturalmente nos fosse permitida a entrada na Alcáçova, ou participássemos na tresloucada revolução de 1300, ou ouvíssemos a tolerante conversa de rua entre certo árabe, judeu e cristão ou o segredo de uma descoberta do Brasil, afinal anunciada. Cada pormenor diz da época: a barba de D. Dinis, como as vestes das damas, mas também os nomes das figuras e suas expressões, como as asneiras provocadoras lançadas entre árabes e cruzados, ou as cores com que é tintada cada época. (...) Não chegará talvez para desvendar todo o passado de Lisboa, mas também isso é sinal de horizonte: quanto mais nos aproximamos mais nos escapa.”Ficha Técnica
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