É bela, é uma princesa e Afrodite é a sua deusa favorita, mas Helena de Esparta anseia por mais alguma coisa na vida. Ao contrário da irmã bem-comportada, Clitemnestra, não sente qualquer prazer em tecer ou bordar. E, apesar do que a mãe diz, não está interessada em casar-se. Ao contrário, quer treinar técnicas de combate com os irmãos mais velhos, partir em aventuras heróicas e ter liberdade para fazer o que deseja e descobrir quem é. Não sendo pessoa para contar com os deuses - ou a sua beleza - para velar por ela, Helena lança-se na obtenção do que quer com determinação e uma postura assertiva. E embora seja essa postura que lhe granjeia alguns inimigos (como o autoproclamado «filho de Posídon», Teseu), é também o que cativa, encanta e diverte os que se tornam seus amigos, desde a caçadora Atalanta à jovem sacerdotisa que é o Oráculo de Delfos. Em "Helena de Esparta, Princesa de Ninguém", Esther Friesner entrelaça com perícia histórica e mito ao examinar com novo olhar a adolescente que virá a ser Helena de Tróia. A história resultante oferece humor, acção e uma heroína sedutora por quem não podemos deixar de torcer.
Sinopse
É bela, é uma princesa e Afrodite é a sua deusa favorita, mas Helena de Esparta anseia por mais alguma coisa na vida. Ao contrário da irmã bem-comportada, Clitemnestra, não sente qualquer prazer em tecer ou bordar. E, apesar do que a mãe diz, não está interessada em casar-se. Ao contrário, quer treinar técnicas de combate com os irmãos mais velhos, partir em aventuras heróicas e ter liberdade para fazer o que deseja e descobrir quem é. Não sendo pessoa para contar com os deuses - ou a sua beleza - para velar por ela, Helena lança-se na obtenção do que quer com determinação e uma postura assertiva. E embora seja essa postura que lhe granjeia alguns inimigos (como o autoproclamado «filho de Posídon», Teseu), é também o que cativa, encanta e diverte os que se tornam seus amigos, desde a caçadora Atalanta à jovem sacerdotisa que é o Oráculo de Delfos. Em "Helena de Esparta, Princesa de Ninguém", Esther Friesner entrelaça com perícia histórica e mito ao examinar com novo olhar a adolescente que virá a ser Helena de Tróia. A história resultante oferece humor, acção e uma heroína sedutora por quem não podemos deixar de torcer.
Ficha Técnica
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