«Nada é mais penoso ao espírito humano, depois dos sentimentos se consumirem numa sucessão de acontecimentos, do que a calma morta da inacção e da certeza que se seguem e privam a alma da esperança e do medo. Justine morrera, descansava; eu estava vivo. O sangue corria livremente nas minhas veias, mas oprimia-me o coração um peso de desespero e remorso que nada podia aliviar. O sono fugira dos meus olhos e eu vagueava como uma alma penada, com um espírito mau, pois cometera actos horrorosos e indescritíveis e mais, muto mais estava para vir.»
Sinopse
«Nada é mais penoso ao espírito humano, depois dos sentimentos se consumirem numa sucessão de acontecimentos, do que a calma morta da inacção e da certeza que se seguem e privam a alma da esperança e do medo. Justine morrera, descansava; eu estava vivo. O sangue corria livremente nas minhas veias, mas oprimia-me o coração um peso de desespero e remorso que nada podia aliviar. O sono fugira dos meus olhos e eu vagueava como uma alma penada, com um espírito mau, pois cometera actos horrorosos e indescritíveis e mais, muto mais estava para vir.»Ficha Técnica
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