José Hipólito Santos, ex-dirigente da Liga de União e de Acção Revolucionária (LUAR), conta na primeira pessoa uma parte da história desta organização que participou na luta revolucionária contra o fascismo em Portugal.
Para além de recorrer às memórias do seu próprio envolvimento na LUAR, entre 1967 e 1970, o autor confrontou-as com os testemunhos de outros activistas, obtidos através de conversas, entrevistas e documentos escritos. Estudou ainda documentos encontrados nos arquivos da PIDE/DGS, existentes na Torre do Tombo, e alguns arquivos pessoais.
Segundo a historiadora Irene Flunser Pimentel, que assina o prefácio, «muito do que [José Hipólito Santos] descobriu coloca profundas questões políticas, morais e pessoais, contribuindo para explicar por que razão durou a ditadura portuguesa tantos anos. A infiltração policial nas organizações políticas clandestinas não só as minou por dentro como espalhou a desconfiança e a duplicidade entre os oposicionistas ao regime.
A LUAR acabou por ser a organização armada que perdurou mais. O trabalho feito pela LUAR, como por todas as outras organizações, fruto de enormes sacrifícios dos seus militantes, acabou finalmente por vencer a polícia!»
Sinopse
José Hipólito Santos, ex-dirigente da Liga de União e de Acção Revolucionária (LUAR), conta na primeira pessoa uma parte da história desta organização que participou na luta revolucionária contra o fascismo em Portugal. Para além de recorrer às memórias do seu próprio envolvimento na LUAR, entre 1967 e 1970, o autor confrontou-as com os testemunhos de outros activistas, obtidos através de conversas, entrevistas e documentos escritos. Estudou ainda documentos encontrados nos arquivos da PIDE/DGS, existentes na Torre do Tombo, e alguns arquivos pessoais. Segundo a historiadora Irene Flunser Pimentel, que assina o prefácio, «muito do que [José Hipólito Santos] descobriu coloca profundas questões políticas, morais e pessoais, contribuindo para explicar por que razão durou a ditadura portuguesa tantos anos. A infiltração policial nas organizações políticas clandestinas não só as minou por dentro como espalhou a desconfiança e a duplicidade entre os oposicionistas ao regime. A LUAR acabou por ser a organização armada que perdurou mais. O trabalho feito pela LUAR, como por todas as outras organizações, fruto de enormes sacrifícios dos seus militantes, acabou finalmente por vencer a polícia!»Ficha Técnica
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