Este volume colige um importante conjunto de ensaios de Luís Miguel Nava (1957-1995) dispersos em jornais e em revistas. Nesta reunião de textos, ordenados pelo autor tal como aqui se apresentam, destacam-se as leituras sobre a poesia portuguesa do século XX. Nos textos que integram a primeira parte, ensaios que incidem na leitura de três autores franceses (Rimbaud, Gide e Artaud), encontramos reflexões sobre a modernidade estética, sobre questões genológicas, muito concretamente sobre as fronteiras da ‘escrita lírica’, em suma, uma ampla reflexão sobre a linguagem poética, sobre o acto criador. No segundo bloco, que constitui a quase totalidade do volume, podemos ler estimulantes visões de conjunto sobre a poesia portuguesa moderna e contemporânea, a par de focagens parcelares sobre a obra de alguns poetas, ou sobre livros específicos. Na sua totalidade, estes ensaios conformam um quadro muito completo a partir do qual se pode reconstituir o esboço de uma história da nossa poesia novecentista. São cinco as visões panorâmicas: 1888-1988: um século de poesia”, A poesia portuguesa contemporânea”, Intertextualidade na poesia portuguesa contemporânea”, Os poetas revelados entre 1960 e 1990”, Os anos 60: realismo e vanguarda”. Encontramos também dois textos sobre aqueles que são considerados os fundadores da nossa modernidade poética: Cesário Verde e Camilo Pessanha. A uma visão histórico-literária, que dá conta de um profundo conhecimento da tradição, aliam-se as penetrantes leituras cúmplices de um crítico poeta, leituras que iluminam fortemente as obras estudadas. A terceira parte contém apenas um ensaio: Francis Bacon: uma retrospectiva”. Este texto colocado no fim do volume é central para o entendimento da própria obra de Luís Miguel Nava.
Sinopse
Este volume colige um importante conjunto de ensaios de Luís Miguel Nava (1957-1995) dispersos em jornais e em revistas. Nesta reunião de textos, ordenados pelo autor tal como aqui se apresentam, destacam-se as leituras sobre a poesia portuguesa do século XX. Nos textos que integram a primeira parte, ensaios que incidem na leitura de três autores franceses (Rimbaud, Gide e Artaud), encontramos reflexões sobre a modernidade estética, sobre questões genológicas, muito concretamente sobre as fronteiras da ‘escrita lírica’, em suma, uma ampla reflexão sobre a linguagem poética, sobre o acto criador. No segundo bloco, que constitui a quase totalidade do volume, podemos ler estimulantes visões de conjunto sobre a poesia portuguesa moderna e contemporânea, a par de focagens parcelares sobre a obra de alguns poetas, ou sobre livros específicos. Na sua totalidade, estes ensaios conformam um quadro muito completo a partir do qual se pode reconstituir o esboço de uma história da nossa poesia novecentista. São cinco as visões panorâmicas: 1888-1988: um século de poesia”, A poesia portuguesa contemporânea”, Intertextualidade na poesia portuguesa contemporânea”, Os poetas revelados entre 1960 e 1990”, Os anos 60: realismo e vanguarda”. Encontramos também dois textos sobre aqueles que são considerados os fundadores da nossa modernidade poética: Cesário Verde e Camilo Pessanha. A uma visão histórico-literária, que dá conta de um profundo conhecimento da tradição, aliam-se as penetrantes leituras cúmplices de um crítico poeta, leituras que iluminam fortemente as obras estudadas. A terceira parte contém apenas um ensaio: Francis Bacon: uma retrospectiva”. Este texto colocado no fim do volume é central para o entendimento da própria obra de Luís Miguel Nava.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)