Após uma Constituição Europeia anunciada com grandes ditirambos, mas sem
o sucesso que os seus autores antecipavam, seguiuse o Tratado de Lisboa
que logrou vingar na densa floresta politicoburocrática de Bruxelas e
arredores (Berlim, Paris, Londres e por aí fora). Dir-se-á que não é a
mesma coisa. Não, não é. Começa pelo nome. De Constituição, que alguns
esperavam ser o equivalente europeu da Constituição Norte-americana,
passou-se para um bastante menos ambicioso título de Tratado. Ora como
se sabe Tratados há muitos, internacionais, de equitação, de direito, de
cozinha, etc. Neste caso é um Tratado Internacional. Depois toma o nome
de Lisboa, última versão de uma longa lista de localizações: Roma,
Maastricht, Amesterdão, Nice, que vão alterando, aumentando,
aprofundando, alargando o processo de integração europeia.
Sinopse
Ficha Técnica
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