É uma obra fundamental para quem passou pelo primeiro acto da chamada Nova Economia, ou só Economia. E uma obra fundamental para quem não passou por ele e ainda queira perceber o teatro como um todo. Por isso, são várias as perspectivas que aqui se deixam para conseguir sustentar uma aproximação mais cautelosa e menos autista que a primeira. Construindo muito e escorando o que se escreve, a cada momento, para conseguir criar valor. Dos factos, às evidências, aos números, às análises, às interpretações. Esta obra tem de tudo um pouco. E não está contra a Internet, nunca, mas a esforçar-se por contribuir para a construção, de forma sensata, de um futuro que lhe seja mais risonho e auspicioso do que aquele que se lhe vaticinou com a queda do pano, no final do primeiro acto deste teatro louco da Nova Economia. Aliás, como dizem os autores:«O contexto económico não é assim tão mutável que se possa reconhecer que, de um momento para o outro, há, para não haver, e voltar a haver Nova Economia. Ou seja, de facto não há nem houve Nova Economia. [...] Ou melhor, fica suspensa até nova ordem.»E o que os autores fazem é analisar a primeira fase e, com ela, tentar descobrir uma segunda. Sem futurologia e sem demagogia. Talvez com alguma pedagogia – mesmo se de choque
Sinopse
É uma obra fundamental para quem passou pelo primeiro acto da chamada Nova Economia, ou só Economia. E uma obra fundamental para quem não passou por ele e ainda queira perceber o teatro como um todo. Por isso, são várias as perspectivas que aqui se deixam para conseguir sustentar uma aproximação mais cautelosa e menos autista que a primeira. Construindo muito e escorando o que se escreve, a cada momento, para conseguir criar valor. Dos factos, às evidências, aos números, às análises, às interpretações. Esta obra tem de tudo um pouco. E não está contra a Internet, nunca, mas a esforçar-se por contribuir para a construção, de forma sensata, de um futuro que lhe seja mais risonho e auspicioso do que aquele que se lhe vaticinou com a queda do pano, no final do primeiro acto deste teatro louco da Nova Economia. Aliás, como dizem os autores:«O contexto económico não é assim tão mutável que se possa reconhecer que, de um momento para o outro, há, para não haver, e voltar a haver Nova Economia. Ou seja, de facto não há nem houve Nova Economia. [...] Ou melhor, fica suspensa até nova ordem.»E o que os autores fazem é analisar a primeira fase e, com ela, tentar descobrir uma segunda. Sem futurologia e sem demagogia. Talvez com alguma pedagogia – mesmo se de choque
Ficha Técnica
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