Deixa-me interrogar Mais alto que o vento, Mais fragoroso que as ondas Do mar, Mais alopático que o sono Da morte! Mãe, Tu que por amor me geraste, Temporariamente me abrigaste Em teu útero selenito, E me embalaste, Dias sem fim, Em teu seio angelical, Vem em meu auxílio, Ajuda-me! Não sei quem sou; Serei apenas uma imaginação vã, Sem relevos? A quimera um dia por alguém sonhada? Ou somente as sombras imprecisas, Duma fórmula sem essência, Mas que nunca encontrei, Para nela me refugiar! (Retirado do livro ‘Degraus’, de Osvaldo Énio)
Sinopse
Deixa-me interrogar Mais alto que o vento, Mais fragoroso que as ondas Do mar, Mais alopático que o sono Da morte! Mãe, Tu que por amor me geraste, Temporariamente me abrigaste Em teu útero selenito, E me embalaste, Dias sem fim, Em teu seio angelical, Vem em meu auxílio, Ajuda-me! Não sei quem sou; Serei apenas uma imaginação vã, Sem relevos? A quimera um dia por alguém sonhada? Ou somente as sombras imprecisas, Duma fórmula sem essência, Mas que nunca encontrei, Para nela me refugiar!
(Retirado do livro ‘Degraus’, de Osvaldo Énio)
Ficha Técnica
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