«Nascido em 1941, BernhardWillem Holtrop faz uma rápida passagem pela Escola de Belas-Artes e publica os seus primeiros desenhos em 1961, no periódico HetVrijeVolk, e mais tarde, em 1965, no jornal Provo. Em1966, funda omensal God, Nederland&Orange, cujos exemplares foramretirados da venda pública pela polícia. Em Setembro de 1968,Willem deixa definitivamente Amesterdão e instala-se em Paris, após várias idas e vindas entre as duas cidades. Entretanto, tinha começado a colaborar na imprensa alternativa francesa, desde 1966, nas colunas do iconoclasta mensal Hara-Kiri, ao qual se seguiram L’Enragé e Action, em1968, e Hara-Kiri Hebdo, CharlieMensuel, Charlie Hebdo, La Gueule Ouverte, entremuitos outros títulos. Actualmente,Willem é desenhador editorial no diário Libération e colabora no semanário satírico Charlie Hebdo, digno sucessor do homónimo acima citado. No panorama actual da imprensa francesa, sinistrada por uma profunda crise estrutural eminada pelo espírito cada vez mais consensual dos seus principais editorialistas,Willem faz figura de um feroz e nada triste DonQuijote de laMancha, guerreando solitário e livre de Sanchos pançudos contramoinhos que não são apenas de vento.Oseu traço, dumnegromuito negro e duma agressividade não destituída de elegância, rasga, tal uma bandeira anarquista, o espaço que lhe é reservado na página do jornal e faz, semconcessões, o processo dos poderosos destemundo. Assimos vai reduzindo, dia após dia, à condição deminúsculosmortais imbecil e pretensiosamente convencidos de seremdeuses.» Carlos Brito (Cartoonista no Le Monde e Le Canard Enchaîné)
Sinopse
«Nascido em 1941, BernhardWillem Holtrop faz uma rápida passagem pela Escola de Belas-Artes e publica os seus primeiros desenhos em 1961, no periódico HetVrijeVolk, e mais tarde, em 1965, no jornal Provo. Em1966, funda omensal God, Nederland&Orange, cujos exemplares foramretirados da venda pública pela polícia. Em Setembro de 1968,Willem deixa definitivamente Amesterdão e instala-se em Paris, após várias idas e vindas entre as duas cidades. Entretanto, tinha começado a colaborar na imprensa alternativa francesa, desde 1966, nas colunas do iconoclasta mensal Hara-Kiri, ao qual se seguiram L’Enragé e Action, em1968, e Hara-Kiri Hebdo, CharlieMensuel, Charlie Hebdo, La Gueule Ouverte, entremuitos outros títulos. Actualmente,Willem é desenhador editorial no diário Libération e colabora no semanário satírico Charlie Hebdo, digno sucessor do homónimo acima citado. No panorama actual da imprensa francesa, sinistrada por uma profunda crise estrutural eminada pelo espírito cada vez mais consensual dos seus principais editorialistas,Willem faz figura de um feroz e nada triste DonQuijote de laMancha, guerreando solitário e livre de Sanchos pançudos contramoinhos que não são apenas de vento.Oseu traço, dumnegromuito negro e duma agressividade não destituída de elegância, rasga, tal uma bandeira anarquista, o espaço que lhe é reservado na página do jornal e faz, semconcessões, o processo dos poderosos destemundo. Assimos vai reduzindo, dia após dia, à condição deminúsculosmortais imbecil e pretensiosamente convencidos de seremdeuses.»
Carlos Brito (Cartoonista no Le Monde e Le Canard Enchaîné)
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