Nesta espécie de recomeço, impossível, a 1.ª sequência, sem título, de 5
poemas e a última, intitulada "A terceira mão de Carlos de Oliveira"
respondem às "posições do leitor", e "quatro andamentos para um
alfabeto" respondem ao "alphabeto de 1972". Mas também nesta sequência,
sobretudo a partir do terceiro andamento, o leitor interfere, produzindo
um manifesto misturar dos estilos.
Sinopse
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