No prefácio dos "Azulejos do Conde de Arnoso", emite Eça a sua opinião
sobre o conto: "No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e
sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora
que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba
num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o
ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida". O enredo é simples,
linear. Não é analítico. Há neles concentração de ação, tempo e espaço.
Eça realiza-se também como contista.
Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, p. 245, Porto Editora, 1999
Sinopse
Lilaz Carriço, in Literatura Prática II, p. 245, Porto Editora, 1999
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