Como se reergue um Estado

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Comment on relève un État

De: António de Oliveira Salazar

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Sinopse

António de Oliveira Salazar afirmou-se como uma das personalidades mais marcantes e decisivas do nosso viver colectivo. Para o compreendermos, teremos de ler, com objectividade, o que deixou escrito. O texto que agora se publica é um documento histórico e programático de enorme valor: porque nos oferece uma síntese irrepetível das teses do autor, porque está redigido com uma clareza expositiva e com uma perspicácia analítica desarmantes, e porque nele a filosofia política do Estado Novo adquire a dimensão de um manifesto.

Este volume inclui, para além da reprodução da versão original do texto em língua francesa, o manuscrito fac-similado do discurso proferido no 10º aniversário do 28 de Maio de 1926, assim como o selo e a medalha concebidos para assinalar essa data.

"Corria o ano de 1936 e em Portugal celebrava-se o 10º aniversário da Revolução Nacional que estaria na origem do Estado Novo. Uma editora francesa, então já célebre e importante, a Flammarion, nessa altura muito ligada ao grupo da revistaAction Française, decide solicitar uma entrevista a Salazar. Este declina-a, alegando não ter tempo, e encarrega António Ferro, à data responsável pelo Secretariado de Propaganda Nacional, de “resolver o problema”.

Depois de feita uma criteriosa selecção de textos, que incluíam discursos, comunicações e apontamentos do Presidente do Conselho, dá-se uma sequência ao rascunho, promove-se a sua retroversão em francês e submete-se esta versão preliminar à revisão de Salazar. Daqui resultaria uma pequena obra teórica, que seria em 1937 publicada em Paris com o título Comment on relève un État.Neste texto notável, Salazar decide explicar aos franceses e ao mundo ― não a Portugal e aos portugueses ― como chegou ao poder e o que está com ele a fazer, ou seja, as principais linhas de força do seu programa político e o inventário das realizações havidas e a haver.

Partindo de um diagnóstico da caótica situação portuguesa ― em múltiplos planos, do financeiro ao social, do económico ao político ―, Salazar, utilizando uma retórica modesta e de tom humilde, que se tornaria seu timbre, dá uns quantos conselhos ao mundo, fazendo lembrar a atitude de Descartes no Discurso do Método: afirma terem sido estes os passos que deu e acrescenta que se alguém vir algum proveito em segui-los, que o faça.

Protagonista de uma das mais longas ditaduras pessoais da História ― só batida, recentemente, pela de Fidel Castro ―, sem dúvida uma figura incontornável, Salazar tem de ser lido e relido, para que consigamos criticamente entender os sinais e as marcas, e até os apelos da sua «sombra». O que não devemos de todo fazer é varrê-lo para «debaixo do tapete», fingindo que nunca existiu."

(Excertos do Prefácio de António José Ferreira)
 

Ficha Técnica

  • Editora: Esfera do Caos
  • Colecção: Ideias
  • Data de Publicação: 04-2007
  • Encadernação: Capa mole - 168 páginas
  • Idioma: Bilingue (Português | Francês)
  • ISBN: 9789898025265
  • Dimensões do livro: 160 x 235 mm
  • Prefácio: António José Ferreira
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Críticas Literárias

por: por Viriato Soromenho-Marques, in Jornal de Letras em: 00 0000

“O salazarismo constitui ainda hoje um espectro, alimentado tanto por aqueles que o endeusam, como por aqueles que o diabolizam. A devolução de Salazar ao distanciamento crítico do conhecimento histórico não vai acontecer sem um estudo profundo e um debate sereno e livre sobre o seu pensamento. Um bom contributo para esse fim é esta cuidada edição bilingue da obra que escreveu em 1937 para apresentar o «Estado Novo» à França e ao mundo. Nela, o leitor tem acesso à versão mais completa e condensada da sua visão de um Portugal onde impera «uma política sem política», e onde um Estado tutelar assume uma autoridade «que não se discute», recusando, contudo, a desmesura do fascismo e do nacional-socialismo…”
 
 

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