« O autor começa por fazer, em cerca de três dezenas de páginas cada, uma evocação biográfica de cinco grandes líderes europeus do século XX, no final, tenta pensar em conjunto esses cinco homens e essas cinco vidas, com uma elaboração própria sobre o Poder, o Estado, e o que é, ou não é, ser um “Homem de Estado”. A lista dos cinco nomes está muito bem escolhida. Todos são ou foram figuras marcantes na história política do seu país – e da Europa. Todos menos um começaram a afirmar-se como Homens de Estado antes da 2ª Guerra Mundial, todos menos um se afirmaram como tais depois dela. O único que ainda está vivo continua a exibir as suas altas qualidades, embora tenha ganho as esporas de ouro como estadista nos anos 80 do século XX. Apesar das muitas diferenças que os separam, vários traços comuns os aproximam aos pares: Churchill e De Gaulle foram heróis de guerra, De Gaulle e Salazar foram construtores de sistemas constitucionais específicos, Salazar e Mitterrand (a despeito de inúmeras divergências) foram ambos amantes do Poder, das suas relações de influência e do seu exercício florentino, De Gaulle e Juán Carlos defenderam, com êxito, a Democracia contra golpes militares.» Diogo Freitas do Amaral
Sinopse
« O autor começa por fazer, em cerca de três dezenas de páginas cada, uma evocação biográfica de cinco grandes líderes europeus do século XX, no final, tenta pensar em conjunto esses cinco homens e essas cinco vidas, com uma elaboração própria sobre o Poder, o Estado, e o que é, ou não é, ser um “Homem de Estado”. A lista dos cinco nomes está muito bem escolhida. Todos são ou foram figuras marcantes na história política do seu país – e da Europa. Todos menos um começaram a afirmar-se como Homens de Estado antes da 2ª Guerra Mundial, todos menos um se afirmaram como tais depois dela. O único que ainda está vivo continua a exibir as suas altas qualidades, embora tenha ganho as esporas de ouro como estadista nos anos 80 do século XX. Apesar das muitas diferenças que os separam, vários traços comuns os aproximam aos pares: Churchill e De Gaulle foram heróis de guerra, De Gaulle e Salazar foram construtores de sistemas constitucionais específicos, Salazar e Mitterrand (a despeito de inúmeras divergências) foram ambos amantes do Poder, das suas relações de influência e do seu exercício florentino, De Gaulle e Juán Carlos defenderam, com êxito, a Democracia contra golpes militares.» Diogo Freitas do AmaralFicha Técnica
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