Bilinguismos: Subjetivação e Identificações nas/pelas Línguas Maternas e Estrangeiras
De: Elzira Yoko Uyeno
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Sinopse
"É preciso que os professores de língua estrangeira pensem em como aprenderam a segunda língua (se é que isso, de fato, aconteceu) e percebam que aprender uma língua significa penetrar na discursividade dessa língua, significa deixar-se envolver pela língua-cultura do outro, deixar que seu corpo se envolva e que as mudanças atravessem a pele, a carne, os ossos para se transformar em pele, carne e sangue, não, para (re)negar a sua língua-cultura, não para menosprezar sua identidade, mas para poder valorizá-la, valorizando-se, para poder se olhar e se singularizar, para poder ver o outro como constituinte de seu ser, para poder perceber que o outro, o estrangeiro, aquele que nos perturba, incomoda porque nos coloca em confronto direto com o diferente, com o indesejável, "habita em nós"." Maria José CoraciniFicha Técnica
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