Nasceu António Dacosta em Angra do Heroísmo no mesmo ano em que, no continente europeu, começava a Primeira Guerra Mundial, e nas ilhas tomou conhecimento com antiquíssimas mitologias que, mais tarde, se viriam a rever, ou a manifestar, transfigurando em quadros de nostálgica evolução - como é o caso na série Açorianas de 1986-1987 - vendo «pelos olhos que trouxe das ilhas, lá de todo o repouso e paz crepuscular, lá do silêncio açoriano que nos ensina a ver com vagar e sem alarido, o que é natural e dado para se ver», como escreveu o grande poeta Vitorino Nemésio num dos mais belos textos que sobre a sua pintura se fizeram, logo em 1942, e onde o chamava já pintor europeu das ilhas.
Sinopse
Nasceu António Dacosta em Angra do Heroísmo no mesmo ano em que, no continente europeu, começava a Primeira Guerra Mundial, e nas ilhas tomou conhecimento com antiquíssimas mitologias que, mais tarde, se viriam a rever, ou a manifestar, transfigurando em quadros de nostálgica evolução - como é o caso na série Açorianas de 1986-1987 - vendo «pelos olhos que trouxe das ilhas, lá de todo o repouso e paz crepuscular, lá do silêncio açoriano que nos ensina a ver com vagar e sem alarido, o que é natural e dado para se ver», como escreveu o grande poeta Vitorino Nemésio num dos mais belos textos que sobre a sua pintura se fizeram, logo em 1942, e onde o chamava já pintor europeu das ilhas.Ficha Técnica
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