Na panóplia de construtos associados ao conceito de relação terapêutica, a aliança terapêutica tem sido aquele que, nas últimas duas décadas, mais atenção tem recebido dos investigadores. Uma análise das publicações em língua inglesa desde a década de oitenta torna evidente o crescente interesse sobre a temática da aliança terapêutica. Assim, assumida a relevância da aliança terapêutica como um factor comum que explica uma parte considerável da variância dos resultados terapêuticos (entre 22% a 26%) e, portanto, um factor a ter seriamente em consideração na formação dos psicoterapeutas e na prática clínica, surge um novo desafio a que os investigadores do século XXI deverão procurar responder: como a aliança se torna terapêutica?
Sinopse
Na panóplia de construtos associados ao conceito de relação terapêutica, a aliança terapêutica tem sido aquele que, nas últimas duas décadas, mais atenção tem recebido dos investigadores. Uma análise das publicações em língua inglesa desde a década de oitenta torna evidente o crescente interesse sobre a temática da aliança terapêutica. Assim, assumida a relevância da aliança terapêutica como um factor comum que explica uma parte considerável da variância dos resultados terapêuticos (entre 22% a 26%) e, portanto, um factor a ter seriamente em consideração na formação dos psicoterapeutas e na prática clínica, surge um novo desafio a que os investigadores do século XXI deverão procurar responder: como a aliança se torna terapêutica?Ficha Técnica
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