Matar é agir. Matar é uma forma de acção diferenciadora. Que razões a explicam? Quem não se ama, não ama ninguém? À maneira de uma intriga policial, estas são algumas das questões patentes neste livro em que temos uma rapariga assassinada, um suspeito e um homem que percorre a cidade procurando o porquê do crime e não tanto, como no habitual esquema clássico, quem o praticou. Olhar desencantado sobre os anos 80, denúncia de uma sensação de vazio e do fim de século moral e político, este livro mantém talvez hoje mais actualidade do que na altura em que foi publicado pela primeira vez.
Sinopse
Matar é agir. Matar é uma forma de acção diferenciadora. Que razões a explicam? Quem não se ama, não ama ninguém? À maneira de uma intriga policial, estas são algumas das questões patentes neste livro em que temos uma rapariga assassinada, um suspeito e um homem que percorre a cidade procurando o porquê do crime e não tanto, como no habitual esquema clássico, quem o praticou. Olhar desencantado sobre os anos 80, denúncia de uma sensação de vazio e do fim de século moral e político, este livro mantém talvez hoje mais actualidade do que na altura em que foi publicado pela primeira vez.Ficha Técnica
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