«A cobiça que forjou um país, sustentou Portugal e inflamou o mundo»
«Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D. Luís deveria vistoriar as jóias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas. Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão.»
Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena - insólita mas absolutamente verdadeira - que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica. Com uma narrativa atrativa e em ritmo de aventura do início ao fim, A Última Pepita conta a história dos portugueses que, movidos pela febre do ouro e seduzidos por promessas de enriquecimento, transformaram por completo a vida na colónia, cultivaram as terras, protegeram as fronteiras e forjaram o nascimento de um país.
por: A. Gonçalves Filho, Estado de S. Paulo em: 00 0000
«Como monarcas perdulários, administradores corruptos e sonegadores de impostos ajudaram involuntariamente a transformar uma colónia raquítica de 300 mil habitantes num Eldorado de aventureiros seduzidos pelo ouro.»
por: Revista Veja em: 00 0000
«Uma investigação histórica brilhante.»
por: Laurentino Gomes, autor de "1808 a 1822" em: 00 0000
Sinopse
«A cobiça que forjou um país, sustentou Portugal e inflamou o mundo»
«Se pudesse escolher, Sua Majestade Fidelíssima talvez tivesse preferido passar o dia a tocar violoncelo ou a traduzir mais uma peça de Shakespeare para o português, trancado no gabinete real. Disso era o que D. Luís I gostava e fazia de melhor. Mas naquele princípio de fevereiro de 1876, a sua agenda incluía uma tarefa que ele não apreciava e que definitivamente não era a sua especialidade: governar Portugal. A missão estava longe de ser árdua, mas o seu significado era triste. D. Luís deveria vistoriar as jóias da Coroa a fim de escolher algumas para serem vendidas. Na vistoria, Sua Majestade notou um caixote e resolveu ver o que tinha dentro. Descobriu vasos, urnas e conchas e remexendo um pouco mais encontrou uma preciosidade: uma enorme pepita de ouro, do tamanho de um melão.»
Esquecida durante décadas nos Tesouros Reais, a pedra retirada de solo brasileiro é o último remanescente de uma época de riqueza incalculável para o velho império lusitano. É com esta cena - insólita mas absolutamente verdadeira - que Lucas Figueiredo inicia esta brilhante investigação histórica. Com uma narrativa atrativa e em ritmo de aventura do início ao fim, A Última Pepita conta a história dos portugueses que, movidos pela febre do ouro e seduzidos por promessas de enriquecimento, transformaram por completo a vida na colónia, cultivaram as terras, protegeram as fronteiras e forjaram o nascimento de um país.
Ficha Técnica
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(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: A. Gonçalves Filho, Estado de S. Paulo em: 00 0000
por: Revista Veja em: 00 0000
por: Laurentino Gomes, autor de "1808 a 1822" em: 00 0000