Nos últimos 500 milhões de anos, a Terra passou por cinco extinções em
massa, nas quais a diversidade da vida no planeta se reduziu drástica e
subitamente. Elizabeth Kolbert traça a evolução destas extinções no planeta e revela
como o desaparecimento de várias espécies em todo o mundo está a
destruir o equilíbrio dos sistemas naturais e a diversidade animal,
colocando em perigo a vida na terra e a sobrevivência da humanidade. Hoje, a comunidade científica monitoriza a sexta extinção, prevista como
o evento mais devastador desde o impacto do asteroide que matou os
dinossauros há 65 milhões de anos. Mas, desta vez, o asteroide somos
nós. Pela primeira vez na história da Terra, uma extinção em massa está a ser
provocada por uma única espécie: o Homem. Nos últimos dois séculos
alterámos a composição da atmosfera devido às emissões de CO2 geradas
pela nossa atividade; aumentámos a acidez dos oceanos e a temperatura
média do planeta; transformámos mais de 50% da superfície da Terra,
incluindo grande parte das florestas tropicais; expulsámos espécies dos
seus habitats naturais; e provocámos danos irreparáveis no ecossistema
global. Consequência direta destes atos, mais de um quarto de todos os mamíferos
da Terra está em vias de extinção. O mesmo acontece com 40% dos
anfíbios, um terço dos corais e dos tubarões, um quinto dos répteis e um
sexto das aves. Para escrever A Sexta Extinção, Kolbert acompanhou cientistas um pouco
por todo o mundo à procura de factos concretos sobre a ação do ser
humano no meio ambiente. Entre outras viagens, atravessou rios no Panamá, à noite, para tentar
encontrar sapos dourados de El Valle, que hoje existem apenas em
cativeiro; embrenhou-se na floresta amazónica para mapear os efeitos da
perda de habitats na biodiversidade; acompanhou biólogos marinhos que
estudam a Grande Barreira de Coral; e seguiu botânicos até ao Peru para
analisar a flora nos cumes dos Andes.
Sinopse
Elizabeth Kolbert traça a evolução destas extinções no planeta e revela como o desaparecimento de várias espécies em todo o mundo está a destruir o equilíbrio dos sistemas naturais e a diversidade animal, colocando em perigo a vida na terra e a sobrevivência da humanidade.
Hoje, a comunidade científica monitoriza a sexta extinção, prevista como o evento mais devastador desde o impacto do asteroide que matou os dinossauros há 65 milhões de anos. Mas, desta vez, o asteroide somos nós.
Pela primeira vez na história da Terra, uma extinção em massa está a ser provocada por uma única espécie: o Homem. Nos últimos dois séculos alterámos a composição da atmosfera devido às emissões de CO2 geradas pela nossa atividade; aumentámos a acidez dos oceanos e a temperatura média do planeta; transformámos mais de 50% da superfície da Terra, incluindo grande parte das florestas tropicais; expulsámos espécies dos seus habitats naturais; e provocámos danos irreparáveis no ecossistema global.
Consequência direta destes atos, mais de um quarto de todos os mamíferos da Terra está em vias de extinção. O mesmo acontece com 40% dos anfíbios, um terço dos corais e dos tubarões, um quinto dos répteis e um sexto das aves.
Para escrever A Sexta Extinção, Kolbert acompanhou cientistas um pouco por todo o mundo à procura de factos concretos sobre a ação do ser humano no meio ambiente.
Entre outras viagens, atravessou rios no Panamá, à noite, para tentar encontrar sapos dourados de El Valle, que hoje existem apenas em cativeiro; embrenhou-se na floresta amazónica para mapear os efeitos da perda de habitats na biodiversidade; acompanhou biólogos marinhos que estudam a Grande Barreira de Coral; e seguiu botânicos até ao Peru para analisar a flora nos cumes dos Andes.
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