Com a presente obra é proposta a análise dos antecedentes históricos do
TPI e das motivações dos Estados africanos para aceitarem, adoptarem uma
posição intermédia ou rejeitarem o Estatuto de Roma. Simultaneamente,
procede-se à caracterização das situações actualmente sob a alçada de
Haia e à identificação dos factores que concorrem para que África se
afirme como palco exclusivo da jurisdição do TPI, estabelecendo-se um
paralelismo entre a resistência dos Estados africanos à jurisdição do
TPI e outros elementos considerados «ocidentais» que estão na origem da
oposição do continente a instrumentos internacionais que privilegiem uma
amplitude universal, deitando ainda um olhar às concepções ideológicas
que justificam o universalismo ético e o relativismo cultural.
Sinopse
Ficha Técnica
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