Em tempos marcados pelo envelhecimento demográfico, pela emergência de formas de trabalho atípico e, sobretudo, pela crise do Estado - Providência, importa avaliar qual o papel reservado aos diversos participantes nos processos de regulação social, num contexto de refundação das políticas sociais.Tendo por base a evolução diacrónica dos modos de protecção social, atendendo aos agentes que compõem a matriz tripolar da regulação - o Estado, o mercado e a sociedade civil -, este trabalho dedica particular atenção às potencialidades e aos limites do mutualismo português, perante os desafios decorrentes da reformulação dos sistemas públicos de protecção social.ÍndiceNota da autora Prefácio Lista de quadrosNota préviaCapítulo l - Terceiro sector, mutualismo e globalização1.1 - Sobre o conceito de terceiro sector1.2 - Terceiro sector ou economia social?1.3 - Das solidariedades primárias à emergência do mutualismo1.4 - O terceiro sector e os processos de globalizaçãoCapítulo 2 - A construção do Estado-Providência - a criação e o desenvolvimento dos sistemas públicos de protecção social2.1 - A heterogeneidade dos sistemas públicos de protecção social2.1.1 - Condicionantes históricas 2.1.2 - Condicionantes temporais2.1.3 - Condicionantes de acesso2.1.4 - Estruturas fiscais e modos de tributação2.1.5 - Níveis efectivos de protecção prestada 2.2 - A questão do financiamento: considerações em torno do binómio repartição/capitalização2.3 - Do crescimento do Estado2.3.1 - A análise marxista do Estado2.3.2 - As teorias explicativas do crescimento do Estado2.4 - Da eficácia do Estado-ProvidênciaCapítulo 3 -Das causas da crise dos sistemas públicos de protecção social3.1 - A amplitude das transformações demográficas 3.1.1 - Fecundidade e mortalidade3.1.2 — Fluxos migratórios3.1.3 - Relações de dependência3.2 - A amplitude das transformações sociais3.2.1 - Estabilidade das estruturas familiares3.2.2 - Feminização do emprego3.3 - A amplitude das transformações laborais3.3.1 - O fim da «sociedade salarial»3.3.2 - Crescimento e emprego: a controvérsia no fim do séculoCapítulo 4 -Da privatização à re-socialização das políticas sociais4.1 - A resposta do mercado: o surgimento dos planos de pensões4.2 - Os ecos da privatização: breve relato de algumas experiências4.3 - As virtualidades do sistema público4.4 - Um regresso à socialização?Capítulo 5 -O mutualismo português perante a refundação das políticas sociais: potencialidades e limites5.1 - Breve perspectiva do terceiro sector à escala europeia 5.2 - Contexto actual do mutualismo português5.3 - As potencialidades e os limites do mutualismo em Portugal5.3.1 - Algumas questões fundamentais5.3.2 - Metodologia utilizada 5.3.3 - Resultados obtidos5.4 - Em jeito de sínteseNota FinalAnexo I - Estruturas fiscais e composição das receitas e das despesas da Segurança SocialAnexo II - Estrutura Demográfica na União Europeia - Estatísticas e ProjecçõesAnexo III - Elenco dos membros da Association Internationale de la MutualitéAnexo IV - Inquérito às associações mutualistas nacionais A. Universo consideradoB. Formulário utilizadoInformação bibliográfica
Sinopse
Em tempos marcados pelo envelhecimento demográfico, pela emergência de formas de trabalho atípico e, sobretudo, pela crise do Estado - Providência, importa avaliar qual o papel reservado aos diversos participantes nos processos de regulação social, num contexto de refundação das políticas sociais.Tendo por base a evolução diacrónica dos modos de protecção social, atendendo aos agentes que compõem a matriz tripolar da regulação - o Estado, o mercado e a sociedade civil -, este trabalho dedica particular atenção às potencialidades e aos limites do mutualismo português, perante os desafios decorrentes da reformulação dos sistemas públicos de protecção social.ÍndiceNota da autora Prefácio Lista de quadrosNota préviaCapítulo l - Terceiro sector, mutualismo e globalização1.1 - Sobre o conceito de terceiro sector1.2 - Terceiro sector ou economia social?1.3 - Das solidariedades primárias à emergência do mutualismo1.4 - O terceiro sector e os processos de globalizaçãoCapítulo 2 - A construção do Estado-Providência - a criação e o desenvolvimento dos sistemas públicos de protecção social2.1 - A heterogeneidade dos sistemas públicos de protecção social2.1.1 - Condicionantes históricas 2.1.2 - Condicionantes temporais2.1.3 - Condicionantes de acesso2.1.4 - Estruturas fiscais e modos de tributação2.1.5 - Níveis efectivos de protecção prestada 2.2 - A questão do financiamento: considerações em torno do binómio repartição/capitalização2.3 - Do crescimento do Estado2.3.1 - A análise marxista do Estado2.3.2 - As teorias explicativas do crescimento do Estado2.4 - Da eficácia do Estado-ProvidênciaCapítulo 3 -Das causas da crise dos sistemas públicos de protecção social3.1 - A amplitude das transformações demográficas 3.1.1 - Fecundidade e mortalidade3.1.2 — Fluxos migratórios3.1.3 - Relações de dependência3.2 - A amplitude das transformações sociais3.2.1 - Estabilidade das estruturas familiares3.2.2 - Feminização do emprego3.3 - A amplitude das transformações laborais3.3.1 - O fim da «sociedade salarial»3.3.2 - Crescimento e emprego: a controvérsia no fim do séculoCapítulo 4 -Da privatização à re-socialização das políticas sociais4.1 - A resposta do mercado: o surgimento dos planos de pensões4.2 - Os ecos da privatização: breve relato de algumas experiências4.3 - As virtualidades do sistema público4.4 - Um regresso à socialização?Capítulo 5 -O mutualismo português perante a refundação das políticas sociais: potencialidades e limites5.1 - Breve perspectiva do terceiro sector à escala europeia 5.2 - Contexto actual do mutualismo português5.3 - As potencialidades e os limites do mutualismo em Portugal5.3.1 - Algumas questões fundamentais5.3.2 - Metodologia utilizada 5.3.3 - Resultados obtidos5.4 - Em jeito de sínteseNota FinalAnexo I - Estruturas fiscais e composição das receitas e das despesas da Segurança SocialAnexo II - Estrutura Demográfica na União Europeia - Estatísticas e ProjecçõesAnexo III - Elenco dos membros da Association Internationale de la MutualitéAnexo IV - Inquérito às associações mutualistas nacionais A. Universo consideradoB. Formulário utilizadoInformação bibliográficaFicha Técnica
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