Dois homens. Dois destinos. Um preço demasiado alto a pagar.
A
3 de Janeiro de 1960 dez homens, entre eles Álvaro Cunhal, evadiram-se
do Forte de Peniche. A fuga, uma das mais importantes e espectaculares
do Portugal salazarista, só foi possível graças a um homem, Jorge
Alves. Soldado da GNR, Jorge Alves era um homem simples, sem filiação
política, mas cansado de um Portugal amordaçado e revoltado com a
hierarquia militar à qual pertencia. Em A Porta para a Liberdade,
Pedro Prostes da Fonseca conta-nos a história do soldado cujo acto
mudou a história do Partido Comunista Português (PCP) e, por arrasto,
da luta antifascista.
O livro revela ainda FACTOS INÉDITOS sobre a evasão do Forte de Peniche.
Sinopse
A 3 de Janeiro de 1960 dez homens, entre eles Álvaro Cunhal, evadiram-se do Forte de Peniche. A fuga, uma das mais importantes e espectaculares do Portugal salazarista, só foi possível graças a um homem, Jorge Alves. Soldado da GNR, Jorge Alves era um homem simples, sem filiação política, mas cansado de um Portugal amordaçado e revoltado com a hierarquia militar à qual pertencia. Em A Porta para a Liberdade, Pedro Prostes da Fonseca conta-nos a história do soldado cujo acto mudou a história do Partido Comunista Português (PCP) e, por arrasto, da luta antifascista.
O livro revela ainda FACTOS INÉDITOS sobre a evasão do Forte de Peniche.
Prefácio de Irene Flunser Pimentel
Ficha Técnica
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