Como uma imagem por vezes muito singular pode revelar-se como uma
concentração de todo o psiquismo? Como esse acontecimento singular e
efémero que é o aparecimento de uma imagem poética singular pode reagir
em outras almas, apesar de todas as barreiras do senso comum, de todos
os pensamentos sensatos, felizes na sua imobilidade? É a essas questões
que G. Bachelard tenta responder neste ensaio sobre fenomenologia.
Sinopse
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