Nunca fui atleta, apesar de sempre ter praticado algum tipo de atividade física. Comecei a correr aos quarenta anos, apenas. Com o tempo, fui aumentando as distâncias percorridas e participando em provas populares. No meu imaginário, a maratona representava algo de inalcançável. Todavia, fascinava-me o esforço, sofrimento e abnegação dos corredores. Quis o acaso que assistisse a algumas transmissões televisivas da maratona de Nova Iorque, depois de começar a correr. Inconscientemente, percebi que gostaria de estar ali, a correr. Porém, faltava-me tudo: fôlego, pernas, resistência, preparação, coragem, conhecimento, determinação. Até que um dia, decidi que iria tentar correr a maratona. De Nova Iorque, claramente.
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