Coleman Silk tem um segredo. Mas não se trata do segredo do caso que
mantém, aos setenta e um anos, com uma mulher com metade da sua idade
e um passado brutalmente devastado. Também não é o segredo do alegado
racismo de Coleman, pretexto para a caça às bruxas desencadeada pela
universidade e que lhe custou o emprego e, na sua opinião, lhe matou a
mulher. O segredo de Coleman foi guardado durante cinquenta anos: oculto da
mulher, dos seus quatro filhos, dos seus colegas e dos seus amigos,
incluindo o escritor Nathan Zuckerman, que - após a morte suspeita de
Coleman, com a amante, num desastre de automóvel - resolve compreender
como é que aquele homem eminente e íntegro, apreciado como educador
durante quase toda a sua vida, forjou a sua identidade e como essa vida tão
cuidadosamente controlada acabou por ser deslindada. Situado na América dos anos 90, onde princípios morais contraditórios e
divergências ideológicas são trazidos à luz do dia através da denúncia
pública e de rituais de purificação, A Mancha Humana completa a eloquente
trilogia de Philip Roth sobre vidas americanas do pós-guerra tão
tragicamente determinadas pelo destino da nação como pela «mácula
humana» que marca de modo tão indelével a natureza do homem.
Sinopse
O segredo de Coleman foi guardado durante cinquenta anos: oculto da mulher, dos seus quatro filhos, dos seus colegas e dos seus amigos, incluindo o escritor Nathan Zuckerman, que - após a morte suspeita de Coleman, com a amante, num desastre de automóvel - resolve compreender como é que aquele homem eminente e íntegro, apreciado como educador durante quase toda a sua vida, forjou a sua identidade e como essa vida tão cuidadosamente controlada acabou por ser deslindada.
Situado na América dos anos 90, onde princípios morais contraditórios e divergências ideológicas são trazidos à luz do dia através da denúncia pública e de rituais de purificação, A Mancha Humana completa a eloquente trilogia de Philip Roth sobre vidas americanas do pós-guerra tão tragicamente determinadas pelo destino da nação como pela «mácula humana» que marca de modo tão indelével a natureza do homem.
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