"O estudo sobre A Independência do Brasil. Relações externas portuguesas, 1808/1825 que a Dr.ª Maria Cândida Proença efectuou no âmbito do Mestrado em História dos séculos XIX e XX, ministrado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, merece agora a oportunidade da sua publicação.É tão pouco frequente a edição de trabalhos de origem universitária que esse simples facto deve, desde logo, ser saudado. Eu próprio encorajei a autora a fazê-lo, temendo que a sua importante exposição ficasse, como tantas outras, confinada às paredes amortecedoras da fortaleza universitária. (...) .O presente volume constitui (...) um positivo esforço de análise sobre um tema pouco querido das sucessivas categorias dirigentes – liberais, miguelistas, rotativistas, republicanos saídos do ""Ultimatum"" e, integracionistas – e ainda de todas as vítimas dos compêndios escolares da. Ditadura.Depois do 25 de Abril, e da liberdade intelectual e de investigação em vigor, também não se tem dado qualquer ênfase à complexidade com que o Portugal vintista reagiu à vontade de emancipação da grande nação brasileira. (...)Não quis porém a autora ser confundida com o clássico historiador político que agora só é lido ""clandestinamente"" nas Universidades... E pretendeu, arrojadamente, introduzir no seu trabalho ""alguns conceitos provenientes da análise sistémica como os de exigências, recursos, limitações e retroacção que pode ser considerado como conceito-chave de tais modelos teóricos"".É justo dizer que Dr.ª Maria Cândida Proença não se limitou a enunciar, no capítulo metodológico, essa sua intenção como tantas vezes acontece. Em todo o seu trabalho há a preocupação de aplicar esses conceitos provindos de outras ciências sociais, à história que nos conta. E o que os leitores vão apreciar neste livro é que ele nos conta uma história... Do prefácio de José Medeiros Ferreira"
Sinopse
"O estudo sobre A Independência do Brasil. Relações externas portuguesas, 1808/1825 que a Dr.ª Maria Cândida Proença efectuou no âmbito do Mestrado em História dos séculos XIX e XX, ministrado na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, merece agora a oportunidade da sua publicação.É tão pouco frequente a edição de trabalhos de origem universitária que esse simples facto deve, desde logo, ser saudado. Eu próprio encorajei a autora a fazê-lo, temendo que a sua importante exposição ficasse, como tantas outras, confinada às paredes amortecedoras da fortaleza universitária. (...) .O presente volume constitui (...) um positivo esforço de análise sobre um tema pouco querido das sucessivas categorias dirigentes – liberais, miguelistas, rotativistas, republicanos saídos do ""Ultimatum"" e, integracionistas – e ainda de todas as vítimas dos compêndios escolares da. Ditadura.Depois do 25 de Abril, e da liberdade intelectual e de investigação em vigor, também não se tem dado qualquer ênfase à complexidade com que o Portugal vintista reagiu à vontade de emancipação da grande nação brasileira. (...)Não quis porém a autora ser confundida com o clássico historiador político que agora só é lido ""clandestinamente"" nas Universidades... E pretendeu, arrojadamente, introduzir no seu trabalho ""alguns conceitos provenientes da análise sistémica como os de exigências, recursos, limitações e retroacção que pode ser considerado como conceito-chave de tais modelos teóricos"".É justo dizer que Dr.ª Maria Cândida Proença não se limitou a enunciar, no capítulo metodológico, essa sua intenção como tantas vezes acontece. Em todo o seu trabalho há a preocupação de aplicar esses conceitos provindos de outras ciências sociais, à história que nos conta. E o que os leitores vão apreciar neste livro é que ele nos conta uma história... Do prefácio de José Medeiros Ferreira"Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)