Uma das melhores autoras italianas proporciona-nos histórias surreais e fantásticas, divertidas e surpreendentes. Num quente dia de Junho, Giulia e Arianna vão fazer uma visita com a turma da escola a uma antiga mina. As duas amigas afastam-se um pouco do grupo, e depois, incapazes de encontrarem o caminho de regresso, vão parar a outro mundo! À ilha do tempo perdido onde estão os habitantes e os objectos que se perderam da Terra – pessoas, óculos de sol, chapéus, animais e ainda a memória daqueles que perderam a cabeça. Giulia e Arianna passam o tempo sem fazerem nada e estão radiantes no local paradisíaco que encontraram. Mas terão de voltar à Terra onde as espera uma importante missão: ensinar as pessoas a renascerem e a reaprenderem o significado de estar sem fazer absolutamente nada. Uma tarefa difícil nos dias que correm apenas possível aos terrestres que se disponham a saber apreciar a natureza e as coisas insignificantes, por vezes as mais importantes, que a vida pode proporcionar. Um verdadeiro hino à vida!
Observações: Plano Nacional de Leitura. Livro recomendado para o 5º e 6º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma e/ou a leitura com apoio do professor ou dos pais.
Sinopse
Uma das melhores autoras italianas proporciona-nos histórias surreais e fantásticas, divertidas e surpreendentes. Num quente dia de Junho, Giulia e Arianna vão fazer uma visita com a turma da escola a uma antiga mina. As duas amigas afastam-se um pouco do grupo, e depois, incapazes de encontrarem o caminho de regresso, vão parar a outro mundo! À ilha do tempo perdido onde estão os habitantes e os objectos que se perderam da Terra – pessoas, óculos de sol, chapéus, animais e ainda a memória daqueles que perderam a cabeça. Giulia e Arianna passam o tempo sem fazerem nada e estão radiantes no local paradisíaco que encontraram. Mas terão de voltar à Terra onde as espera uma importante missão: ensinar as pessoas a renascerem e a reaprenderem o significado de estar sem fazer absolutamente nada. Uma tarefa difícil nos dias que correm apenas possível aos terrestres que se disponham a saber apreciar a natureza e as coisas insignificantes, por vezes as mais importantes, que a vida pode proporcionar. Um verdadeiro hino à vida!Ficha Técnica
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