Joaquim Espadinha (1871-1955), seareiro natural de Alfundão, concelho de Ferreira do Alentejo, foi um poeta popular muito estimado no seu tempo. Os seus versos, que cantam as grandezas da terra, falam de amores e de pilhérias, de desgostos e de alegrias, são, de alguma forma, uma crónica poética de um tempo e de um lugar. A vida de Joaquim Espadinha abrange um largo período rico em acontecimentos marcantes na vida do país, o que se reflecte também mundo e uma atitude crítica, como está patente numas décimas de 1896, de censura à Monarquia, que assina como: «Um Republicano Piqueno». Foi um homem marcado por tragédias na sua vida pessoal, mas um lutador. Desta condição nos dá conta a sua poesia, onde, ao lado de décimas de uma profunda melancolia, encontramos outras em que um fino humor não pode deixar de nos provocar uma saborosa gargalhada.
Sinopse
lado de décimas de uma profunda melancolia, encontramos outras em que um fino humor não pode deixar de nos provocar uma saborosa gargalhada.
Ficha Técnica
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