Este livro foi concebido a partir de um ciclo de Conferências Gifford decorrido na Universidade de St. Andrews, em Fevereiro e Março de 1989, e debate as seguintes questões: será a religião inata nos seres humanos? Em que medida é que a religião pode ser considerada como “natural”? Ao comparar o comportamento animal com a actividade religiosa dos homens, Burkert sugere fundamentos naturais para os sacrifícios e rituais de salvação, para o conceito de culpa e punição, para a prática da troca da dádiva e para a noção de autoridade cósmica. O autor, um dos maiores especialistas em antigas religiões, explora a possibilidade de a religião ser natural - isto é, de a prática e o sentimento religiosos terem origem em imperativos biológicos.
Sinopse
Este livro foi concebido a partir de um ciclo de Conferências Gifford decorrido na Universidade de St. Andrews, em Fevereiro e Março de 1989, e debate as seguintes questões: será a religião inata nos seres humanos? Em que medida é que a religião pode ser considerada como “natural”? Ao comparar o comportamento animal com a actividade religiosa dos homens, Burkert sugere fundamentos naturais para os sacrifícios e rituais de salvação, para o conceito de culpa e punição, para a prática da troca da dádiva e para a noção de autoridade cósmica. O autor, um dos maiores especialistas em antigas religiões, explora a possibilidade de a religião ser natural - isto é, de a prática e o sentimento religiosos terem origem em imperativos biológicos.Ficha Técnica
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