Existe uma grande polémica sobre a relação entre Estado e Igreja no período do salazarismo. Para esse efeito, analisamos a questão da Concordata, assinada, em 1940, entre o Estado português e a Santa Sé, Concordata de separação, como se sabe, e todo o contexto da época. O que é curioso e significativo sobre o grande atraso da produção da historiografia portuguesa é que, apesar da grande importância da experiência salazarista no campo político-religioso, poucos sejam os estudos sobre ela e ainda menos os que têm algum mérito e interesse. Muito em especial não existia até agora um único estudo sobre a Concordata de Salazar. É esse vazio que o presente estudo vem preencher ao lançar luz sobre muitos aspectos desconhecidos da questão da Concordata de 1940, mas também a actividade Jesuíta, através das páginas da revista Brotéria, nos anos vitais de formação das ideias e do surgimento do Estado Novo. Além disso, trazemos também no presente estudo o texto oficial, na íntegra, da Concordata e do Acordo Missionário assinados. Facto digno de realce, uma vez que este texto não foi objecto de publicação recente.
Sinopse
Existe uma grande polémica sobre a relação entre Estado e Igreja no período do salazarismo. Para esse efeito, analisamos a questão da Concordata, assinada, em 1940, entre o Estado português e a Santa Sé, Concordata de separação, como se sabe, e todo o contexto da época. O que é curioso e significativo sobre o grande atraso da produção da historiografia portuguesa é que, apesar da grande importância da experiência salazarista no campo político-religioso, poucos sejam os estudos sobre ela e ainda menos os que têm algum mérito e interesse. Muito em especial não existia até agora um único estudo sobre a Concordata de Salazar. É esse vazio que o presente estudo vem preencher ao lançar luz sobre muitos aspectos desconhecidos da questão da Concordata de 1940, mas também a actividade Jesuíta, através das páginas da revista Brotéria, nos anos vitais de formação das ideias e do surgimento do Estado Novo. Além disso, trazemos também no presente estudo o texto oficial, na íntegra, da Concordata e do Acordo Missionário assinados. Facto digno de realce, uma vez que este texto não foi objecto de publicação recente.Ficha Técnica
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