A vida quotidiana em tempos de arbitrariedade e atropelos, com os seus medos e valentias, as suas cedências e heroicidades, abre-se diante do leitor num relato cativante repleto de humor, que convida à reflexão.
Durante a ditadura, o negro Johnny Sosa, um humilde cantor de blues, revela um ato de coragem inimaginável para os que julgam conhecê-lo que acabará por converter-se num belíssimo canto à dignidade humana.
Mario Delgado Aparaín oferece-nos, numa época de desconcerto, algo mais que um romance ameno e aprazível: põe-nos em contacto com a pura e simples condição do homem, complexa e imprevisível.
«A balada de Johnny Sosa enquadra-se, com toda a justiça, na série de romances curtos magistrais produzidos pela narrativa hispano-americana contemporânea. Este relato pode converterse num clássico.»
por: Luis Sepúlveda em: 00 0000
«Quero assinalar, com a toda a euforia possível, que esta formidável parábola da opressão e da liberdade é a primeira história escrita por um latino-americano na qual os bons dão uma abada aos maus.»
Sinopse
A vida quotidiana em tempos de arbitrariedade e atropelos, com os seus medos e valentias, as suas cedências e heroicidades, abre-se diante do leitor num relato cativante repleto de humor, que convida à reflexão.Ficha Técnica
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(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: El País em: 00 0000
por: Luis Sepúlveda em: 00 0000