Sérgio Buarque de Holanda
Sérgio Buarque de Holanda nascido em São Paulo em 1902, faleceu aos oitenta anos e integrou a chamada geração de 30, que contou ainda com nomes como Caio Prado Jr. e Gilberto Freyre, todos na tentativa de buscar elementos que definam a formação da sociedade brasileira contemporânea.
Participou do movimento Modernista de 22, tendo sido nomeado por Mário e Oswald de Andrade representante da revista Klaxon no Rio de Janeiro. Viajou para a Europa, em 1929, como correspondente dos Diários Associados e fixou residência em Berlim, onde entrou em contacto com a obra de Max Weber e assistiu aos seminários de Friedrich Meinecke. Em 1957, recebeu o prêmio Edgard Cavalheiro do Instituto Nacional do Livro pela publicação de Caminhos e Fronteiras.
Conquistou em concurso público feito em 1958, a cadeira de História da Civilização Brasileira na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, com a tese Visão do Paraíso - os motivos edênicos no descobrimento e na colonização do Brasil. Foi o primeiro diretor do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), eleito em 1962. De 1963 a 1967, viajou como professor-visitante para as universidades do Chile e dos Estados Unidos e participou de missões culturais pela Unesco no Peru e na Costa Rica.
Sérgio Buarque de Holanda morreu em São Paulo, a 24 de abril de 1982. Entre suas obras mais famosas estão, Raízes do Brasil (1936), Cobra de Vidro (1944), Caminhos e Fronteiras (1957) e Visão do Paraíso (1959). Sérgio Buarque de Holanda escreveu regulamente para a Folha de São Paulo entre 1950 e 1953.
Nasceu a 11 de Julho de 1902 , São Paulo, Brasil
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