Halldór Laxness
Halldór Laxness nasceu na Islândia em 1902 e tornou-se lenda no seu próprio tempo. Em 1955, foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura. Logo em 1927, um crítico escreve sobre ele: «Finalmente! Finalmente! A Islândia tem um novo grande escritor.» A partir daí, seguem-se várias obras-primas: Salka Valka, Gente independente, A luz do mundo, O sino da Islândia, A central nuclear, Os felizes guerreiros, Os peixes sabem cantar, Paraíso reclamado, Sob o glaciar e Guosgjafapula.
Para além dos romances, Laxness escreveu também contos, ensaios, teatro, poesia e vários romances autobiográficos. A sua obra está traduzida em mais de 45 línguas e publicada em mais de 500 edições, com enorme sucesso em todo o mundo. Halldór Laxness é um verdadeiro mágico com as palavras. Detém uma vasta gama de estilos e temas, nenhum dos seus romances se assemelha. Laxness consegue sempre surpreender o leitor, é detentor de uma imaginação e de recursos técnicos inesgotáveis. É muito feliz na expressividade e na caracterização brilhante das personagens.
No seu percurso, Halldór Laxness nunca se cingiu apenas a um ideal ou crença. Inicia a sua carreira enquanto católico, depois torna-se socialista, e mais tarde perde o interesse por todas as doutrinas, excepto talvez pelo Taoismo. Laxness falece aos 96 anos, consagrado como um dos maiores escritores de sempre.
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