Blaise Cendrars
Pseudónimo do escritor francês de origem suíça Frédéric Sauser (18871961). Eterno viajante, foi autor de uma obra que reflecte a sua atracção pela aventura, e na qual sobressaem textos como La Prose du Transsibérien et de la petite Jehanne de France (1913), L'Or (1925), Moravagine (1926), e as narrativas autobiográficas La Main coupée (1946) e Bourlinguer (1948). Poucos sabem muito dele e muitos o ignoram, apesar de ter colaborado na revista Portugal Futuristal ede ter traduzido enriquecidamente para francês A Selva, de Ferreira de Castro, de ter passado por Portugal e, malgré nous, apesar da tradução de algumas das suas mais importantes obras. Crítico, fundador de revistas, poeta e romancista, Blaise Cendrars viveu em São Petersburgo, Nova Iorque, Londres e na Suíça, visitou grande parte do mundo, combateu na Segunda Guerra Mundial sendo, enfim, um dos poetas mais cosmopolitas do nosso tempo.
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