Estamos com 28 ministros na pasta da Educação desde o 25 de Abril. As
lideranças dos sindicatos dos professores contam-se por duas ou três.
Pergunta-se: "Quem tem mandado na educação em Portugal, o poder político
ou os sindicatos?" Os conflitos corporativos, a negociação como direito
de cidadania e os bloqueios jurídico-institucionais são relacionados
com muitas outras situações, como as da Justiça, dos médicos, do
funcionalismo público, da burocracia, etc.
Indaga-se sobre se é a esquerda ou a direita que causa mais défice ou
mais endividamento. A resposta, justificada em números, é surpreendente.
Fala-se dos mecanismos da decisão, ignorados ao longo da história, com
grandes prejuízos e com exemplos recentes, como da localização do Novo
Aeroporto de Lisboa e o TGV. E das relações de poder entre os Actores e
os Sistemas, focando os exemplos das "escutas no Palácio de Belém" e
muitos outros, ao longo deste livro, urgente.
A crise de 2008 é a primeira a ser paga integralmente pelo contribuinte.
As situações que a originaram e que permanecem sem solução, os reflexos
da política europeia e da conflitualidade mundial na crise são
estudadas com uma finalidade: enunciar os constrangimentos, as
oportunidades e as alternativas para Portugal.
Sinopse
Ficha Técnica
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