Maria Baganha deixou uma marca indelével, que as gerações vindouras de
investigadores não poderão ignorar. Fazer ciência é também saber
posicionar-se em relação ao adquirido, ao que as gerações que nos
precederam e aquela a que pertencemos fizeram, e contribuir para a
construção de uma ciência cumulativa. Por essa via, fazer ciência é
também construir uma comunidade de pares, com os seus marcadores -
eventos, instituições, pessoas. Maria Baganha pertence, por mérito
próprio, à galeria das referências dos estudos sobre migrações. O maior
tributo que se lhe pode prestar é a utilização das categorias da sua
obra como hipóteses que merecem ser testadas. Era exatamente essa
atitude crítica, o culto do rigor e o princípio básico da
problematização que ensinava aos seus alunos.
Sinopse
Ficha Técnica
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