Aos 14 anos, Mathilde sente-se mal. Diagnóstico: depressão. Ao sair do hospital, continua sem compreender as razões do seu sofrimento, mas sabe muito bem por que razão deve continuar a viver. E foi por isto que ela escreveu este relato, luminoso e terno, para nos dizer que é possível ultrapassar uma situação tão terrível. A depressão do adolescente nada tem a ver com a depressão no adulto. Não provoca um sentimento de culpa. Acima de tudo, é um terramoto: abala as certezas, cria o medo de sermos quem somos, o receio de não amar e de não ser amado. Mathilde uma adolescente «sobredotada». Isto não quer dizer que ela é mais inteligente, mas sim que ela armazena maior quantidade de emoções e de percepções que os outros. Assim, Mathilde é capaz de descrever, com uma sensibilidade extrema e numa escrita lúcida, o universo de uma jovem que se despedaça contra a vida.
Sinopse
Aos 14 anos, Mathilde sente-se mal. Diagnóstico: depressão. Ao sair do hospital, continua sem compreender as razões do seu sofrimento, mas sabe muito bem por que razão deve continuar a viver. E foi por isto que ela escreveu este relato, luminoso e terno, para nos dizer que é possível ultrapassar uma situação tão terrível. A depressão do adolescente nada tem a ver com a depressão no adulto. Não provoca um sentimento de culpa. Acima de tudo, é um terramoto: abala as certezas, cria o medo de sermos quem somos, o receio de não amar e de não ser amado. Mathilde uma adolescente «sobredotada». Isto não quer dizer que ela é mais inteligente, mas sim que ela armazena maior quantidade de emoções e de percepções que os outros. Assim, Mathilde é capaz de descrever, com uma sensibilidade extrema e numa escrita lúcida, o universo de uma jovem que se despedaça contra a vida.Ficha Técnica
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