José-Augusto França, ao termo de uma obra que
inclui cerca de vinte títulos de ficção, em romances e contos e o teatro
de Azazel, publicados entre 1949 e 2011, compôs um longo Diálogo em que um Crítico imaginário analisa minuciosamente essa obra,
a partir do que numerosos críticos sobre ela foram escrevendo ao longo
do tempo (Jorge de Sena, Eduardo Lourenço, Luís Francisco Rebelo, Urbano
Tavares Rodrigues, Manuel Ferreira, Alexandre Pinheiro Torres, Tomás
Ribas, António Poppe, Álvaro Manuel Machado, Pedro Mexia, A. Campos
Matos, Ernesto Rodrigues, Eugénio Lisboa, Margarida Calafate Ribeiro,
Helder Macedo, Marie-Hélène Piwnick, Miguel Real e outros).
Às observações e questões sempre exigentes do Crítico, responde o Autor
como sabe e pode - nisso avançando algumas opiniões próprias sobre
criação literária do romance, e referindo-se a variadíssimos autores
clássicos e modernos.
Diálogo Entre o Autor e o Crítico é uma obra original e insólita que é, finalmente, de crítica literária e de autocrítica, necessariamente oferecendo «chaves» de leitura. A ela, um prefácio de Helder Macedo, acrescenta uma segunda e preciosa dimensão crítica.
Sinopse
Às observações e questões sempre exigentes do Crítico, responde o Autor como sabe e pode - nisso avançando algumas opiniões próprias sobre criação literária do romance, e referindo-se a variadíssimos autores clássicos e modernos.
Diálogo Entre o Autor e o Crítico é uma obra original e insólita que é, finalmente, de crítica literária e de autocrítica, necessariamente oferecendo «chaves» de leitura. A ela, um prefácio de Helder Macedo, acrescenta uma segunda e preciosa dimensão crítica.
Ficha Técnica
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