A amizade entre Camilo Pessanha e Alberto Os贸rio de Castro foi sempre exemplar. A estima era rec铆proca. Ap贸s a 煤ltima vinda a Portugal em 1916, numa carta, ainda in茅dita, de Pessanha, abra莽a-o 芦com ternura de irm茫o禄 e conta-lhe que 芦passei a noite a reler as Flores de Coral e as notas finais. 脡 preciso que a mentalidade colectiva esteja bem degradada para que a t茫o poderosas e t茫o m煤ltiplas faculdades se n茫o tenha assinado um lugar prestigioso. . . 禄. De facto, essa obra n茫o conheceu ainda a devida projec莽茫o. Esgotados os quatro volumes de poesia (apenas foi reeditado o livro em prosa A Ilha Verde e Vermelha de Timor), a obra de Alberto Os贸rio de Castro tem aguardado a conquista de novos leitores, bem como a publica莽茫o do livro in茅dito Cristais de Neve e dos derradeiros poemas, muito valiosos. N茫o sofre ela de exotismo orientalista. Como magistrado ultramarino, Alberto Os贸rio de Castro passou largos anos em Goa, Mo莽amedes e Timor e na rela莽茫o de Luanda, mas n茫o amava menos a It谩lia e a Fran莽a. A sua perseverante curiosidade n茫o o levou s贸 a conhecer a poesia chinesa e japonesa, fez dele um estudioso da realidade cultural 脿 sua volta - desses lugares da coloniza莽茫o portuguesa, dos usos e costumes, incluindo a b谩rbara justi莽a, at茅 脿 flora magn铆fica, como melhor se ver谩 noutro livro in茅dito (de um verdadeiro bot芒nico amador, no pleno sentido da palavra), intitulado Plantas 脷teis da Ilha de Timor, cuja publica莽茫o est谩 para breve.
Sinopse
A amizade entre Camilo Pessanha e Alberto Os贸rio de Castro foi sempre exemplar. A estima era rec铆proca. Ap贸s a 煤ltima vinda a Portugal em 1916, numa carta, ainda in茅dita, de Pessanha, abra莽a-o 芦com ternura de irm茫o禄 e conta-lhe que 芦passei a noite a reler as Flores de Coral e as notas finais. 脡 preciso que a mentalidade colectiva esteja bem degradada para que a t茫o poderosas e t茫o m煤ltiplas faculdades se n茫o tenha assinado um lugar prestigioso. . . 禄. De facto, essa obra n茫o conheceu ainda a devida projec莽茫o. Esgotados os quatro volumes de poesia (apenas foi reeditado o livro em prosa A Ilha Verde e Vermelha de Timor), a obra de Alberto Os贸rio de Castro tem aguardado a conquista de novos leitores, bem como a publica莽茫o do livro in茅dito Cristais de Neve e dos derradeiros poemas, muito valiosos. N茫o sofre ela de exotismo orientalista. Como magistrado ultramarino, Alberto Os贸rio de Castro passou largos anos em Goa, Mo莽amedes e Timor e na rela莽茫o de Luanda, mas n茫o amava menos a It谩lia e a Fran莽a. A sua perseverante curiosidade n茫o o levou s贸 a conhecer a poesia chinesa e japonesa, fez dele um estudioso da realidade cultural 脿 sua volta - desses lugares da coloniza莽茫o portuguesa, dos usos e costumes, incluindo a b谩rbara justi莽a, at茅 脿 flora magn铆fica, como melhor se ver谩 noutro livro in茅dito (de um verdadeiro bot芒nico amador, no pleno sentido da palavra), intitulado Plantas 脷teis da Ilha de Timor, cuja publica莽茫o est谩 para breve.Ficha Técnica
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