Há cidades vivas, há 'cidades mortas' - como Bruges, que se consola no seu esplendor medieval tão zelosamente preservado, à espera da ressurreição - e há 'cidades moribundas' que não deveriam morrer, mas que a insânia dos homens deixa que assim seja.
Sinopse
Há cidades vivas, há 'cidades mortas' - como Bruges, que se consola no seu esplendor medieval tão zelosamente preservado, à espera da ressurreição - e há 'cidades moribundas' que não deveriam morrer, mas que a insânia dos homens deixa que assim seja.Ficha Técnica
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