As crónicas aqui coligidas falam de árvores, citadinas ou não, de cidades, com ou sem árvores, de jardins e de espaços naturais. São três as cidades eleitas: o Porto, onde o autor se formou e onde vive, Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, a mais bonita das cidades portuguesas, e Londres, onde o autor dá livre curso à sua anglofilia a pretexto de jardins, parques e cemitérios. Há ainda incursões por vários outros lugares do nosso país, da ria de Aveiro ao Minho e a Trás-os-Montes, e considerações judiciosas sobre a árvore de Natal, sobre a cromofobia (doença para a qual o autor foi o primeiro a alertar o público), sobre painéis publicitários nas estradas, e sobre pesca à linha. Neste livro alia-se a crónica ficcionada sobre botânica com excelentes fotografias de árvores.
Sinopse
As crónicas aqui coligidas falam de árvores, citadinas ou não, de cidades, com ou sem árvores, de jardins e de espaços naturais. São três as cidades eleitas: o Porto, onde o autor se formou e onde vive, Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, a mais bonita das cidades portuguesas, e Londres, onde o autor dá livre curso à sua anglofilia a pretexto de jardins, parques e cemitérios. Há ainda incursões por vários outros lugares do nosso país, da ria de Aveiro ao Minho e a Trás-os-Montes, e considerações judiciosas sobre a árvore de Natal, sobre a cromofobia (doença para a qual o autor foi o primeiro a alertar o público), sobre painéis publicitários nas estradas, e sobre pesca à linha. Neste livro alia-se a crónica ficcionada sobre botânica com excelentes fotografias de árvores.Ficha Técnica
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