Quando resolvemos promover uma homenagem a Arquimedes da Silva Santos quisemos que ela […] fosse um encontro científico e um colóquio entre especialistas de Educação – artistas, educadores, terapeutas, investigadores – promovendo uma reflexão sobre o Movimento da Educação pela Arte, sobre os princípios que o informam, sobre a actualidade destes e a evolução feita na sua aplicação, sobre os problemas actuais e as perspectivas de futuro da educação artística e das suas funções e inserção no Sistema Educativo. Desta memória e desta reflexão ressalta naturalmente a acção de Arquimedes da Silva Santos, fazendo justiça ao importantíssimo papel por ele desempenhado na investigação, no ensino e na formação de uma geração de educadores que ele marcou profundamente[…]. [Apoiando-me no sentido medieval do termo], diria que a homenagem, como contrato bilateral, se dirige mais a nós do que a ele. O mais importante é que ela fique a lembrar-nos a nós próprios, aos que nos rodeiam e aos que nos seguirão a importância da obra que nos legou, a urgência de prosseguir caminhos que nos abriu, o desafio de colocar na nossa vida os valores humanos que testemunhou. António Caldeira Cabral
Sinopse
Quando resolvemos promover uma homenagem a Arquimedes da Silva Santos quisemos que ela […] fosse um encontro científico e um colóquio entre especialistas de Educação – artistas, educadores, terapeutas, investigadores – promovendo uma reflexão sobre o Movimento da Educação pela Arte, sobre os princípios que o informam, sobre a actualidade destes e a evolução feita na sua aplicação, sobre os problemas actuais e as perspectivas de futuro da educação artística e das suas funções e inserção no Sistema Educativo. Desta memória e desta reflexão ressalta naturalmente a acção de Arquimedes da Silva Santos, fazendo justiça ao importantíssimo papel por ele desempenhado na investigação, no ensino e na formação de uma geração de educadores que ele marcou profundamente[…]. [Apoiando-me no sentido medieval do termo], diria que a homenagem, como contrato bilateral, se dirige mais a nós do que a ele. O mais importante é que ela fique a lembrar-nos a nós próprios, aos que nos rodeiam e aos que nos seguirão a importância da obra que nos legou, a urgência de prosseguir caminhos que nos abriu, o desafio de colocar na nossa vida os valores humanos que testemunhou. António Caldeira CabralFicha Técnica
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