Comentários
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- Jorge Gonçalves: Sr. Alexandre Barata, agradeço a atenção que teve ao meu comentário, mas digo-lhe que não concordo. E já agora, espero que tenha reparado na recente estatistica que coloca o PS à frente do PSD nas intenções de voto para as legislativas. Pelos vistos há muita gente a pensar como eu. Cumprimentos. 21 Abril 2011 às 23:44:21
- Alexandre barata: Sr. Jorge Gonçalves, vi o seu registo e não posso deixar passar sem tecer a necessária observação. Porque efectivamente pretendi ser contundente quanto à acção desastrosa e até criminosa do PS de José Socrates, mas ao mesmo tempo ser o mais directo possível, porque só assim podemos ver efectivamente as coisas como elas são e não continuarmos a disfarçar. Aliás, esse tem sido o verdadeiro problema de Portugal, que é não levarmos as coisas a sério e manter na governação durante tanto tempo um partido e um homem que já todos tinham percebido que levaria Portugal à falência. Mas como havia muita gente a ganhar com tudo isto fizeram de conta que tudo estava bem. Agora chegou a factura para pagar, e vai ser a doer. Como deve ter reparado tudo isso está em "Portugal ainda está a tempo" e para se perceber, basta ser realista. Não ver o que lá está escrito é pactuar com os culpados e ajudar a agravar ainda mais o estado da situação. 20 Abril 2011 às 21:59:02
- Jorge Gonçalves: Acho que o autor devia ter tido mais cuidado quando se refere ao PS e a José Socrates. Como se o PS fosse o responsável pelo estado do país. Toda a gente sabe que os responsáveis são muito anteriores à governação de José Socrates. Portanto, a serem presentes à justiça tinham de ser os que governaram antes dele. É por isso que achei o livro muito parcial, consistindo numa autêntica defesa do PSD. Não gostei nada da forma como são abordados os assuntos e muito menos do elogio salazarista. 19 Abril 2011 às 21:32:03
- Daniela Tavares: Livro muito interessante, incisivo das políticas actuais e contundente como deve ser quanto aos politicos. Até mesmo a referência ao salazarismo e ao sebastianismo achei muito oportuno e enquadrado no contexto. Também gostei das metáforas, principalmente da que associa Guterres ao carjaking. Gostava de conhecer o autor. 16 Abril 2011 às 20:22:14
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Natalina Pereira:
Dou os parabéns ao autor desta obra porque traça com rigor a situação actual de Portugal. Refere as razões politicas, económicas e sociais que conduziram o país até aqui e aponta os caminhos a seguir para sair desta situação. Fiquei surpreendido com a exactidão do que li e partilho quase de tudo o que o autor refere, mas não concordo com a prespectiva apontada quanto à governação de Salazar. Penso que a obra fica prejudicada ao pretender exaltar o nome do ditador. Em todo o caso, trata-se de um instrumento ou de um guia excepcinal que deveria ser tido em consideração pelos governantes portugueses.
Ao autor, os meus parabéns pelo exercicio e pela frontalidade, nunca visto, como expôs os factos a propósito da governação e do percurso de Portugal. 15 Abril 2011 às 11:26:16
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Sinopse
A presente publicação consiste num conjunto de fragmentos que visa confrontar períodos e governantes nacionais, realçando aspectos cruciais da vida e da política social e económica, numa perspectiva de encontro com a realidade dos factos, da verdade das decisões, dos actos e de justiça para com os protagonistas históricos. Nesta perspectiva, a explanação dos assuntos que se referem pode transparecer numa primeira análise um tanto exaltada no modo como retrata certos indivíduos e atitudes, mas um juízo mais atento e aprofundado da problemática em questão concorda que ainda assim reflecte parcialmente a forma violenta e aterradora como estes indivíduos têm fustigado a Democracia, o Estado de Direito Democrático e as Instituições Democráticas, e, consequentemente, aniquilado o sonho, e a esperança, e a criatividade, e o futuro dos portugueses. Um Estado que insista na mentira e no ardil e que permaneça indiferente ao ideal e à realização dos seus cidadãos, principalmente dos jovens, pela via do trabalho, do emprego e da dignidade social e humana, poderá considerar-se, inevitavelmente e a breve prazo, um Estado em agonia e aviltado.
Ficha Técnica
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